Utilizando Imagens Georreferenciadas no Autocad

Utilizando Imagens Georreferenciadas no Autocad

Que o Autocad é o principal software para empresas de engenharia, arquitetura, urbanismo, topografia e empresas do ramo de geotecnologias (esta em menor proporção devido a grande utilização de softwares “SIG”) não é novidade.A facilidade em representar graficamente objetos e situações, desde pequenos projetos até os mais complexos, torna-se sua utilização essencial nos escritórios.


Para aqueles que trabalham com representação geográfica (loteamentos, locações, planejamento urbano, etc) podem contar com a opção de inserir imagens georreferenciada nos projetos, facilitando muito a análise e o desenvolvimento dos estudos.

Os profissionais já acostumados com softwares de Sistemas de Informações Geográficas (como Qgis, Arcgis, GlobalMapper, Envi, Spring, entre outros) sabe da facilidade em inserir uma imagem Georreferenciada nos projetos, facilitando muito a utilização. A própria Autodesk possui o software AutocadMap que já possui as funcionalidades de programas de Sistemas de Informações Geográficas (como por exemplo inserir uma Imagem Georreferenciada ou até mesmo um arquivo shapefile).

Atualmente com facilidade no acesso a imagens de alta resolução, seja por imagem de satélite ou até mesmo por vants\drones, a funcionalidade de carregar essas imagens no ambiente CAD se torna cada dia mais frequente para os diversos usuários.

Mas, para quem possui apenas o software AUTOCAD , como proceder?

A empresa CADSTUDIO desenvolveu uma Lisp chamada GeoRefImg. Com esta ferramenta será possível inserir nos seus projetos as imagens aéreas, desde que estejam georreferenciadas.

Sua utilização é simples: após instalado, basta inserir a imagem raster (insert>image) no seu projeto sem se preocupar com ponto inicial e escala. Após inserida a imagem, deverá apenas digitar o comando “GEORREFIMG” onde será solicitado para selecionar a imagem a ser posicionada para as coordenadas originais.

Lembrando que a imagem deverá estar georreferenciada e possuir também um arquivo auxiliar com extensão “*.TFW” para funcionar a Lisp. Por exemplo, se na pasta do projeto possui um arquio de imagem chamado imagem_satélite.tif, deverá conter um arquivo com o mesmo nome, mas com extensão diferente, no caso “imagem_satélite.tfw”. Este arquivo TFW conterá os parâmetros de coordenadas e escala da imagem a ser inserida. Se seu arquivo de imagem não possuir esse arquivo TFW, será preciso gerar a partir de outro software (como por exemplo o qgis).

Deve-se ainda atentar ao sistema de coordenadas que a imagem foi salva. As mais utilizadas são:  imagens no sistema de coordenadas geográficas (o par de coordenadas  Latitude e Longitude estará representada em grau decimal (-18.392,-48.872) ou, no sistema métrico, por exemplo UTM (Universal Transversa de Mercator) onde estará representado o par de coordenadas de Latitude e Longitude no formato métrico na sua respectiva zona UTM (785.887,7.906.118). Além do sistema de coordenadas, é importante também conhecer o Datum que a imagem foi salva (o padrão brasileiro oficial atualmente é SIRGAS2000) mas ainda podem haver arquivos utilizando o WGS84 ou SAD69.

A Lisp está disponível para AutoCAD verções 2004 até 2019 e suportam as seguintes extensões: TIF, CIT, JPG, JP2, PNG, GIF, BMP, ECW, SID.

Com esta ferramenta os projetos de engenharia, urbanismo, arquitetura, ambiental e topografia será muito mais produtivo. Algumas aplicações úteis:

  • Locação de obra civil
  • Traçado Viário
  • Rede Sanitária
  • Planejamento de loteamento (quadras e lotes)

20% Desconto em Imagens de Alta Resolução

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Neste mês de Junho de 2018 estamos com uma promoção imperdível para aquisição de imagens de Satélite de alta resolução

A constelação DigitalGlobe de satélites de alta resolução oferece incrível precisão, agilidade e capacidade de coleta, imageando o mundo no mais fino nível de detalhes.

Tabela Satélites

Quer saber mais detalhes de cada sensor? Clique aqui e acesse a brochura com as características técnicas de cada satélite!

Ler mais

5 razões para não usar o Google Earth em seus projetos

As imagens de satélite de alta resolução estão cada dia mais acessíveis para aqueles que necessitam analisar as transformações que estão ocorrendo na Terra.

Desde o lançamento do Google Earth, o acesso a informação geográfica por imagem de satélite facilitou a manipulação e conhecimento por vários tipos de usuários, não somente aqueles profissionais da área de geotecnologias.

Foto: Sydney Australia – Sensor WorldView4 – Capture date: January 8, 2017

No início, vários usuários chegavam a questionar se aquela imagem vista no computador era “ao vivo”, ou seja, naquele momento em que se navegava pelo sistema visualizando imagens da Terra. Tal questionamento era considerável devido à resolução espacial das imagens, onde se identificava perfeitamente os alvos/feições do cotidiano das pessoas.

Desde construções ou loteamentos novos até sinalização viária do município, em qualquer lugar do mundo.

Qual é o problema de usar o Google Earth?

Atualmente o Google Earth é utilizado em grande parte dos estudos e projetos que envolvem a aquisição de dados a partir de imagem de satélite.

Vale lembrar que a utilização das imagens oriundas do Google Earth tem limites legais e contratuais, podendo causar transtornos para quem as utiliza de forma ilegal (estamos falando do famoso termo de utilização, que poucas pessoas leem e/ou dão a devida atenção).

Você sabia que as imagens obtidas com o Google Earth ou Google Earth Pro estão sujeitas a termos de uso bem restritivos? Não, você não pode utilizá-las de forma legal, com downloads ou “tirar um print”.

Copiando de forma literal do termo de uso, destacamos as seguintes questões:

a. redistribuir ou vender qualquer parte do Google Maps/Google Earth ou criar um novo produto ou serviço com base no Google Maps/Google Earth (exceto se utilizar as APIs do Google Maps/Google Earth em conformidade com os respetivos Termos de Utilização);

b. copiar o Conteúdo (exceto se o Utilizador tiver permissão para o fazer de acordo com o exposto na página de permissões Utilizar o Google Maps, o Google Earth e o Street View ou com a lei da propriedade intelectual aplicável, incluindo a "utilização razoável");

c. transferir o Conteúdo em massa ou criar feeds em massa do mesmo (nem permitir que alguém o faça);

d. utilizar o Google Maps/Google Earth com a finalidade de criar ou expandir qualquer outro conjunto de dados relacionado com mapeamentos (incluindo um conjunto de dados de mapeamento ou navegação, uma base de dados de fichas de empresas, uma lista de correio ou uma lista de telemarketing) para utilização num serviço de substituição ou num serviço consideravelmente semelhante ao Google Maps/Google Earth;

Para saber mais do termo de utilização, indicamos a leitura direto do fornecedor: Termos de Utilização Adicionais do Google Maps/Google Earth.

Em suma, você não pode utilizar o Google Earth para:

  1. Criar mapeamentos derivados das imagens de satélite (traçar em cima da imagem);
  2. Vender as imagens diretamente ou indiretamente (processos ambientais, etc);

Existem diversos outros problemas de ordem técnica com o uso do Google Earth, mas isto é assunto para outra postagem.

5 razões para não usar o Google Earth em seus projetos

Metadados

Os metadados são as informações técnicas das imagens, onde consta dados daquela cena coletada, como data de coleta, cobertura de nuvem, coordenadas de localização, etc.

Estão presentes em todos fornecedores de imagem de satélite e são as informações necessárias para comprovar o registro de determinada imagem.

Programação de Imageamento

As imagens de satélite podem ser adquiridas em duas situações:

a. Acervo – são aquelas áreas que já houve coleta de determinado satélite e ficam disponíveis para compra. Essas imagens possuem menor custo quando comparadas as imagens programadas, mas não há cobertura de todas as áreas.

b. Programado – através da escolha de uma área e data, pelo cliente, a operadora do satélite faz a programação de coleta exclusiva para aquela cena. É um pouco mais cara que a imagem de acervo, mas é uma imagem inédita, de altíssima qualidade, feita exclusivamente para você.

Bandas Multiespectrais

As bandas multiespectrais possuem a vantagem de de facilitar na identificação dos alvos na Terra, a partir da composição de cores da imagem. Basicamente, pela diferença de frequência das bandas do sensor, os alvos possuem respostas espectrais diferentes, permitindo assim melhor análise da imagem.

Resolução Espacial

A resolução espacial das imagens disponíveis no GoogleEarth não possuem a resolução espacial daquelas adquiridas pelo fornecedor, o que pode prejudicar os estudos, principalmente na identificação dos alvos.

Marca D’Água

Quando se utiliza imagem de satélite do Google Earth em estudos ou projetos, há uma marcação em branco na imagem informando ser uma foto/captura de tela do Google Earth.

Em alguns casos pode atrapalhar na identificação de algum ponto na imagem e demonstrar a utilização não autorizada da imagem.

Na próxima postagem apresentaremos alguns exemplos dos metadados e as diferenças de resoluções espaciais dos produtos DigitalGlobe.

Esse conhecimento é muito importante na hora de aquisição de imagem de satélite, pois a finalidade de cada projeto pode ser determinante para escolha certa da imagem de satélite.

Qual é a alternativa?

A Geoadmin, empresa de soluções em geotecnologias, iniciou em 2018 uma parceria com a DigitalGlobe para o fornecimento dos produtos da empresa, tanto imagens de satélite de alta resolução como serviços de processamentos de dados geográficos.

No gif abaixo, mostramos a diferença das imagens do Google contra a imagem em alta resolução, no formato que ela vem da DigitalGlobe

comparação

Solicite um orçamento com a Geoadmin

Como solicitar suas imagens?

A maioria das imagens que se visualiza no programa Google Earth são fornecidas pela DigitalGlobe, empresa com sede nos Estados Unidos e líder mundial no mercado de imagens de satélite de alta resolução.

Atualmente a constelação da empresa conta com os seguintes satélites, todos de alta resolução:

  • WorldView-1 (0,50m)
  • WorldView-2 (0,46m)
  • WorldView-3 (0,31m)
  • WorldView-4 (0,31m)
  • Geoeye (0,41m)
  • QuickBird (0,61m)
  • Ikonos (0,82m)

Resultado do Sorteio

Boa noite pessoal!

É com muito prazer que venho divulgar o ganhador do nosso pequeno sorteio, “Você compra imagens de satélite”!

O ganhador hoje foi o Ricardo Fernandes Amâncio de Araçatuba/SP! Fizemos o sorteio pelo próprio Google Drive, disponível abaixo:

Sorteio

PS: paciência com a carga do GIF…ele ficou com 1.5MB.

Já entramos em contato com Ricardo para descobrir para onde enviar os brindes!

Gostaria de agradecer imensamente as seguintes pessoas:

  1. Vocês que participaram!
  2. A Digital Globe que disponibilizou para nós brindes super legais – um adesivo estiloso, uma caneta excelente e uma mini-globo terreste para fazer exercícios!

Parabéns ao Ricardo e obrigado a todos pela participação!

Abraços e até a próxima.

Você compra imagens de satélite?

Boa tarde pessoal!

A imagem desta postagem é uma Worldview 4, tirada em dezembro de 2016, em São Paulo – SP. O grande cruzamento na imagem é a Av. Brig. Faria Lima (de cima para baixo) com a a Av. Pres. Juscelino Kubitschek.

Gostaríamos de expandir a utilização das imagens de satélite em diversos ramos de negócio, que possivelmente não conhecem as possibilidades que este tipo de recurso apresenta.

Para isto, desenvolvemos um questionário para qualificar o uso das imagens e conhecer um pouco mais nossos clientes.

O questionário é super simples, está disponível no Google Forms e pode ser respondido em menos de 2 minutos.

Acesso ao questionário

De forma a incentivar a o aprendizado desta nova ferramenta e tecnologia, vamos sortear o livro Iniciação em Sensoriamento Remoto, da Editora [Oficina de Textos] e (https://www.ofitexto.com.br/) e um conjunto de brindes para quem responder o questionário.

O sorteio será realizado no dia 30/03/2018 e utilizará o email do respondente como identificador.

sorteio

O envio também é por nossa conta :D.

Já uso imagens de satélite! Quero um orçamento!

Prezado cliente, caso você já utilize imagens de satélite, basta seguir nosso passo a passo para solicitar um orçamento:

  1. Desenhe sua área de interesse no Google Earth, QGIS, ArcGIS ou outro software de geoprocessamento. Salve uma versão da área de interesse em shapefile ou kml.
  2. Nos envie um email, anexe o arquivo construído no ponto 1. Neste email, nos informe os seguintes detalhes:
    • Qual é data da imagem que você precisa?
    • Qual é a finalidade do uso? Conte nos um pouquinho do objetivo que você quer atingir com esta imagem
  3. Receba seu orçamento via email;

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Boa tarde pessoal! A imagem desta postagem é uma Worldview 4, tirada em dezembro de 2016, em São Paulo – SP. O grande cruzamento na imagem é a Av. Brig. Faria Lima (de cima para baixo) com a a Av. Pres. Juscelino Kubitschek. Gostaríamos de expandir a utilização das imagens de satélite em diversos ramos